Cuidado integral e seguro para pacientes em crise, com suporte especializado, ambiente acolhedor e foco na estabilização e recuperação.
O envelhecimento é um processo natural que envolve mudanças físicas, sociais e mentais, impactando a forma como cada indivíduo lida com essa fase da vida. No entanto, algumas doenças, como depressão, demências, ansiedade e dependência química, são mais comuns nessa idade devido à maior vulnerabilidade. Com tratamento adequado e um estilo de vida saudável, muitos desses transtornos podem ser prevenidos ou revertidos.
A infância e a adolescência são fases de intensas mudanças comportamentais, tornando essencial a atenção à saúde mental. Com a personalidade e o caráter ainda em formação, pode ser difícil diferenciar comportamentos típicos da idade de sinais de transtornos. Entre os mais comuns estão déficit de atenção, hiperatividade, autismo e abuso de drogas, além de sintomas crescentes de ansiedade e estresse em jovens.
A dependência química é uma doença crônica e multifatorial, resultante do uso repetido de uma substância e influenciada por fatores genéticos, psicossociais e ambientais. Suas principais características incluem compulsão, abstinência, perda de controle e aumento da tolerância, exigindo doses maiores para obter o mesmo efeito.
Os transtornos de humor são condições mentais caracterizadas por alterações no comportamento, como longos períodos de tristeza extrema (depressão), euforia excessiva (mania) ou uma alternância entre ambos. Para que sejam considerados transtornos, esses episódios devem ser intensos e prejudicar a vida funcional e social do indivíduo. Os principais transtornos do humor incluem o transtorno afetivo bipolar, o transtorno depressivo e o transtorno esquizoafetivo, que afetam profundamente o bem-estar emocional e a qualidade de vida.
Os transtornos psicóticos são caracterizados pela incapacidade de distinguir entre o imaginário subjetivo e a realidade, resultando em uma perda do senso do real. Indivíduos com esses transtornos apresentam alucinações, delírios, desorganização mental e mudanças comportamentais. A falta de autocrítica dificulta os relacionamentos sociais e a execução de tarefas cotidianas. Esses transtornos podem ter causas genéticas ou fatores orgânicos externos, como influências ambientais e psicossociais, que desencadeiam os sintomas.
A internação psiquiátrica é recomendada nos casos mais graves, em que o paciente se encontra com um quadro que exige mais atenção e cuidados especializados, com observação e monitoramento mais intensos até que a crise se estabilize.O tratamento e acompanhamento médico visam evitar as crises psicóticas, fazendo com que o paciente consiga levar uma vida mais funcional possível.
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